Pelo Espírito Joanna de Ângelis
Aprofundar a mente na investigação minuciosa das deficiências alheias,mesmo com o propósito aparente de ajudar,seria como derramar precioso bálsamo sobre pântano infeliz com a intenção de saneá-lo ou jogar ácido cruel sobre feridas que demoram a cicatrizar com o pretexto de eliminar o foco infeccioso…
Não convertas a tua caridade mental em sombras densas para que não tropeces em escolhos.
Podes movimentar o tesouro psíquico para reorganizar o equilíbrio sem o impositivo de ampliar a infelicidade,tornando-a conhecida.
Não transformes a visão em instrumento de observação impiedosa. Nem movimentes o verbo como quem aciona o látego cortante,desencadeando sofrimento. Exalta a oportunidade de cultivar a esperança.
Difunde a excelência do otimismo.
Distende a alegria junto àqueles que a tristeza venceu.
Louva as mensagens da fé operante ao lado do amigo que caiu fragorosamente.
Acena a todos com novas possibilidades de refazimento no bem,demonstrando ânimo sereno e robusto.
Supera a tentação de inquirir muito para compreender,desdobrando o trabalho que renova e restaura.
Descobre o lado melhor do infeliz e faze o melhor.
E se notares que tudo indica insucesso do seu empreendimento,agigantando-se o mal,apela para a Espiritualidade Superior e transforma-te em viva mensagem de amor,desdobrando a bondade de Jesus Cristo,sem aguardares de imediato o êxito que te não pertence.
Quando não puderes fazer o bem pensa nele.
A noite para não ser triste veste-se de estrelas.
O espinheiro atormentado,em silêncio,adorna-se de flores.
E com o que tiveres exalta a alegria,embelezando a vida.
Nunca reclames ante a fraqueza dos outros nem examines o erro do próximo com azedume,mesmo porque,em te voltando contra eles é necessário examinar,no recesso íntimo,quanto tens sido mal sucedido e,se em lugar desses companheiros não estarias complicando a própria aflição,fazendo o que eles realizam com dificuldade,de maneira pior e mais infeliz.
De “Espírito e Vida”,de Divaldo P. Franco















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